Por:De Olho na Notícia Rio 30/09/2026

Foto:Início das obras na Feira de São Cristóvão/ Divulgação Prefeitura do Rio
Começaram oficialmente as obras de revitalização da Feira de São Cristóvão, localizada no Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, na zona norte do Rio de Janeiro. O anúncio e o pontapé inicial das intervenções foram dados pelo prefeito do Rio Eduardo Cavaliere, acompanhado de secretários municipais e representantes dos comerciantes locais. O projeto visa modernizar o espaço sem perder sua essência histórica e cultural.
Sobre a reforma do Pavilhão de São Cristóvão
O projeto de requalificação foi desenvolvido pela Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe) e será executado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura. Com um investimento total de R$ 10,7 milhões, as intervenções englobam uma completa recuperação estrutural do pavilhão, incluindo paredes, lajes, melhorias na fachada e no letreiro oficial.
Além disso, o plano de obras contempla a reforma total dos banheiros com foco em acessibilidade, melhorias nas redes de esgoto e drenagem, além de um novo depósito de lixo para otimizar a gestão de resíduos sólidos do local.
Investimento e importância para a economia e cultura carioca
Considerada um verdadeiro reduto da cultura nordestina na capital fluminense, a feira atrai moradores e turistas o ano inteiro. Segundo a gestão municipal, a mudança mais profunda acontecerá na governança, devolvendo aos feirantes, artistas e comerciantes o protagonismo na administração do espaço. Para mais informações institucionais sobre projetos municipais, acesse o portal oficial da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
História e arquitetura do espaço
Inaugurado em 1962 e projetado pelo renomado arquiteto Sergio Bernardes como um marco da arquitetura moderna brasileira, o Pavilhão de São Cristóvão possui mais de 31 mil metros quadrados. Tombado por sua relevância histórica, turística e cultural, o local abriga a tradicional feira nordestina desde 2003, consolidando-se como polo de gastronomia, música, teatro e economia criativa.
Fonte:Prefeitura do Rio
